O desafio da indústria de caminhões

Com o sinal de alerta já ligado há vários meses, cada divulgação de um novo índice de vendas torna-se uma decepção para o mercado de caminhões. Parece que nada consegue deter a queda livre que se iniciou em 2014 e que pressiona os resultados das grandes montadoras instaladas no mercado brasileiro. Nos primeiros quatro meses deste ano, não foi diferente. O total de caminhões licenciados de janeiro a maio, 21.389 unidades, mostra uma nova queda de 31% em comparação aos primeiros cinco meses do ano passado, quando foi registrado o emplacamento de 31.015 veículos, conforme levantamento da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).

A equação é de difícil solução: um mercado cada vez menor, mas com o mesmo número de concorrentes em meio a uma das piores crises econômicas pelas quais o país já passou. Neste cenário, as recentes mudanças na esfera política, com a entrada do presidente em exercício, Michel Temer, e a nomeação de novos nomes para os ministérios, surgem como um alento para o setor produtivo que aposta em mudanças positivas.

 

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