Michelin desenvolve logística responsável

A meta da empresa, com o novo modelo de transporte de matérias-primas, entregas de produtos e armazenamento, é reduzir em 15% as emissões de CO² até 2030

Para dar mais um passo na estratégia “Tudo Sustentável”, a Michelin vem desenvolvendo em suas unidades da América do Sul o princípio da logística responsável. A meta da empresa com o novo modelo de transporte de matérias-primas, entregas de produtos e armazenamento é reduzir em 15% as emissões de CO2 até 2030.

A estratégia “Tudo Sustentável” prevê que o grupo Michelin desenvolva os pilares de pessoas, planeta e performance com o crescimento ‘com, em torno e além’ dos pneus, alcançando a neutralidade de carbono até 2050. A logística responsável da Michelin trabalha para que a empresa receba e entregue os produtos certos, no lugar certo, no prazo definido e na quantidade solicitada, numa parceria permanente entre as equipes da cadeia de suprimentos e os especialistas em logística.

Entre as mudanças no modelo de logística, estão o incremento nas entregas diretas aos clientes e a ampliação da capacidade no transporte de carga, com o aumento da ocupação dos caminhões e o início da utilização de seis caminhões bitrem GNV – o primeiro está previsto para entrar em operação em julho e os cinco restantes, até dezembro de 2022. Outro exemplo está em Manaus, onde a Michelin fabrica pneus 2R, e sua unidade industrial recebe matérias-primas por cabotagem, colaborando para a descarbonização do transporte de carga.

Juntas, as iniciativas da empresa reduziram as emissões de CO2 em 18% nos últimos dez anos, ou o equivalente a oito mil viagens realizadas entre Rio de Janeiro e São Paulo. Toda essa redução equivale, ainda, a menos dois caminhões por dia na frota durante esta década. “Atuar com uma logística responsável significa que estamos ampliando a descarbonização para além das nossas unidades industriais”, afirma Feliciano Almeida, CEO da Michelin América do Sul.

Todas as unidades fabris da Michelin no Brasil contam com energia elétrica 100% renovável proveniente do mercado livre de energia com certificação “I-REC”. Durante o ano de 2021, a iniciativa neutralizou cerca de 50% da emissão de CO2 nas fábricas do Rio de Janeiro e de São Paulo comparando ao ano de 2019. Em 2022, a Michelin investiu na mesma iniciativa para a fábrica do Amazonas e também para as Usinas de Beneficiamento de borracha natural do Espírito Santo e da Bahia. A Michelin já possui 100% de energia elétrica renovável contratada até 2023 e 80% da energia elétrica renovável necessária para 2024 e 2025.

Por